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O que fazemos

As estatísticas sobre pessoas com deficiência impressionam. O último censo, de 2010, revelou que 24% da população brasileira declara ter alguma deficiência. Dentre eles, 6,5 milhões de brasileiros dizem ter deficiência visual severa e outros 2,1 milhões, deficiência auditiva severa. Segundo dados do World Report on Disability (2010), a cada cinco segundos, uma pessoa se torna cega no mundo.

Para promover maior acesso do público com deficiência sensorial ao audiovisual existem três principais recursos: Audiodescrição, Janela de Libras e Legendas descritivas. Nosso objetivo é usar essas ferramentas para democratizar a informação transmitida através do audiovisual e colaborar para uma sociedade mais igualitária e justa. Nosso trabalho atende 100% a Instrução Normativa 116 da Ancine.

Entre os clientes que já atendemos estão: Shell, Canal Futura, Blaze Sports Intenational, Birdo, LUVA, CIEDS, Doctela, Pixel Produtora, Ambiência.tv, Baluarte Cultura, Gravidade Zero, Framme Produções, Flô Imagens etc.

Para ver alguns de nossos trabalhos, acesse aqui.

        Audiodescrição

 

 

Para auxiliar no processo de construção de narrativa para pessoas com deficiência visual, existe a Audiodescrição. Trata-se de uma mediação oral, mais formalmente conhecida como tradução intersemiótica, que narra momentos do filme em que a informação visual é indispensável para a compreensão da mensagem transmitida. Na prática, para projetos audiovisuais, é um canal extra de áudio com a narração das imagens enquanto não há diálogos ou sons importantes no áudio original.

Leia mais: http://nostodos.com.br/site/construindo-o-abstrato-com-palavras/

Breve história da Audiodescrição:

Também conhecida como Vídeo Descrição ou Descrição Visual, a ferramenta pode ser utilizada para acessibilizar não só produtos audiovisuais – peças, óperas, espetáculos de dança, todas as artes visuais também podem ser audiodescritas.

O processo de audiodescrição é feito de maneira informal desde sempre. Estudos sobre a ferramenta, porém, começaram nos anos 1970 na Universidade de São Francisco, nos EUA, com o professor Gregory Frazier. Em 1987, a instituição WBGH, de Boston, criou o sistema DVS (Sigla em inglês para Sistema de Vídeo Descritivo) que disponibilizava um canal na TV para a transmissão de vários programas audiodescritos. Esse sistema foi pioneiro e permitiu que outros países conhecessem a ferramenta.

       Legendagem descritiva

 

 

 

Esse é o recurso mais lembrado quando falamos em acessibilidade audiovisual. Em algum momento na vida, em uma pizzaria barulhenta ou na TV do consultório, você já se deparou com a legenda oculta (closed caption), não é mesmo? A legendagem descritiva se aproxima muito desse serviço, porém se propõe também a indicar ruídos importantes para a narrativa. Como por exemplo um cachorro latindo, uma porta fechando ou um telefone tocando.

Esse recurso possibilita a compreensão do vídeo não só por pessoas com deficiência auditiva, como também por pessoas momentaneamente impossibilitadas de escutar, jovens e adultos em alfabetização e estrangeiros que estejam aprendendo a língua portuguesa.

Interpretação para Libras

 

 

 

Ao contrário do que muita gente pensa, a língua gestual pela qual a maioria das pessoas surdas se comunica não é universal. Cada país tem a sua com direito a gírias e expressões regionais. A nossa é a Língua Brasileira de Sinais, conhecida como Libras. O Brasil oficializou o reconhecimento da Libras como língua oficial somente em 2002, e de lá para cá, vem ganhando mais espaço e apreciadores. Para atender ao público que utiliza a Libras como primeira língua, oferecemos o serviço de Interpretação para a Língua Brasileira de Sinais.

Essa ferramenta funciona na prática com a sobreposição de imagem, normalmente incluída no canto de baixo direito da tela, em que um intérprete traduz o conteúdo falado para a Libras.

Produção de Vídeos Inclusivos

 

 

 

Somos fascinados por histórias de inclusão. Por isso, nos dedicamos a criar conteúdos audiovisuais pensados e executados de maneira inclusiva e agregadora. Histórias de minorias que derrubaram barreiras, preconceitos, fronteiras reais e metafóricas nos mobilizam e inspiram. Mas não nos preocupamos somente com o tema dos vídeos e filmes. Trabalhamos para que a forma de produção também seja inclusiva.

Valorizamos relações humanizadas entre todos aqueles que colaboram para a realização. Acreditamos que a produção de um vídeo deva ser uma troca e por isso, positiva para todos. Desde a pessoa que cede a imagem aos profissionais colaboradores do projeto.

Além disso, a equipe da Nós Todos é formada por profissionais com e sem deficiência, mulheres e homens, pessoas de diferentes partes e classes sociais. Buscamos diversidade. Acreditamos que só assim é possível dar um olhar mais amplo e democrático para as nossas produções.