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Audiodescrição

Antes da explicação formal, gostaríamos de propor uma experiência. Dê play no vídeo abaixo e feche os olhos. Feche mesmo, se não acaba a graça.

Você muito provavelmente já assistiu esse clássico de Alfred Hitchcock, ou pelo menos já teve algum contato com essa cena. Pois então, imagine acompanhar esse filme sem enxergar. Você saberia o que acontece? Dificilmente, certo?

Para auxiliar nesse processo de construção de narrativa para pessoas com deficiência visual que existe a Audiodescrição. Trata-se de uma mediação oral, mais formalmente conhecida como tradução intersemiótica, que narra momentos do filme em que a informação visual é indispensável para a compreensão da mensagem transmitida.

Também conhecida como Vídeo Descrição ou Descrição Visual, a ferramenta pode ser utilizada para acessibilizar não só produtos audiovisuais – peças, óperas, espetáculos de dança, todas as artes visuais podem ser audiodescritas.

O processo de audiodescrição é feito de maneira informal desde sempre. Estudos sobre a ferramenta, porém, começaram nos anos 1970 na Universidade de São Francisco, nos EUA, com o professor Gregory Frazier. Em 1987, a instituição WBGH, de Boston, criou o sistema DVS (Sigla em inglês para Sistema de Vídeo Descritivo) que disponibilizava um canal na TV para a transmissão de vários programas audiodescritos. Esse sistema foi pioneiro e permitiu que outros países conhecessem a ferramenta.